All Elite Wrestling não teria política de bem-estar

Ao contrário da WWE, a All Elite Wrestling parece não ter uma Wellness Policy – ou política de bem-estar – para disciplinar lutadores que estejam abusando de uso de drogas ou medicamentos.

No último episódio do Wrestling Observer Radio, o jornalista Dave Meltzer comentou acerca do assunto e revelou que, embora esteja no contrato firmado com talentos que a empresa tem direito de realizar exames, isso não está sendo colocado em prática no momento uma vez que, segundo o jornalista, não há uma política no momento.

A famosa política de bem-estar da WWE foi introduzida em fevereiro de 2006 após a morte de Eddie Guerrero, conhecido por abusar de esteróides anabolizantes e medicamentos. A política tinha como objetivo disciplinar os lutadores de certa forma para que não utilizassem qualquer medicamento ou droga que poderiam prejudicar a sua saúde em troca de uma melhora no condicionamento fisíco ou performance. Em seus termos, a WWE exige de todos os artistas o direito de realizar testes rotineiros.

De início, foram dez lutadores que caíram nos exames dos primeiros meses com cada um deles sendo suspenso por um período de 30 dias. Entre eles, estavam nomes como Kurt Angle, Randy Orton e Rob Van Dam. Com o tempo, foram se amplificando as regras de punição da política, com o segundo teste negativo levando a uma suspensão de 60 dias e um terceiro a uma demissão da empresa. No entanto, houveram relatos de que diversos nomes como Triple H, Brock Lesnar, The Undertaker, entre outros não eram considerados pelos termos da política, que por sua vez, só leva em conta lutadores a tempo integral, e esses citados são os chamados “part-timers” – ou lutadores a tempo parcial.

Nos últimos anos, a política não tem tido tanto protagonismo mas voltou a ter destaque após Primo Colon e Bobby Roode serem punidos em dezembro do ano passado. Mais recentemente, Samoa Joe foi o último suspenso semanas atrás.

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